AUSÊNCIA DE PODER E DESAMPARO

O processo de humanização exige a presença ativa do outro. A cultura, como processo permanente na terceira tópica freudiana, não é o externo, exilado da fronteira do mundo interno. Ela é estrutura, que se encarna nas entranhas do ser como patrimônio hereditário – a tradição – seja para deslocar as metas da pulsão, seja para limitar as suas moções (Freud, 1933), seja para despertá-las ante o trabalho do negativo (Green, 1986). 10 páginas.

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